Dia Mundial
da Saúde
Neste ultimo dia 07 de abril, comemorando mais um Dia
Mundial da Saúde, data criada com a finalidade de conscientizar as autoridades
e populações a respeito dos vários aspectos que envolvem a saúde.
De acordo com esse conceito, percebemos que saúde não
é um estado fácil de ser alcançado, uma vez que nem todas as pessoas conseguem
viver sem tristezas, sem preocupações e interagindo com o restante da sociedade
de maneira harmoniosa. A saúde deve ser vista como uma forma de total bem-estar,
que é conseguido não só através do tratamento de doenças ou sua prevenção, mas
sim através de qualidade de vida.
O dia Mundial da Saúde foi criado em
1948 pela Assembléia Mundial da Saúde que tem como objetivo conscientizar as
populações a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores que afetam
a saúde populacional. Essa data foi estabelecida para coincidir com a data de
fundação da Organização Mundial da Saúde.
Todos os anos campanhas são realizadas a respeito de
um tema diretamente relacionado com a saúde. Essas ações são importantes para
que a população aprenda a se cuidar e informe-se sobre seus direitos quando o
assunto é promoção da saúde.
É fundamental que, além de cuidarmos da nossa saúde,
participemos da luta por melhorias em nossos paises. Vale destacar que não
devemos procurar melhorias apenas em hospitais, devemos lutar por mais
segurança, educação, lazer, cultura, entre vários outros direitos básicos e
fundamentais para o nosso completo bem-estar.
Em 2015 a OMS alerta para a importância
da segurança alimentar. A estimativa do órgão é que, todos os anos, 2 milhões
de pessoas morrem após ingerir comida e água contaminadas. Dados estatísticos
mostram que, em 2010, ocorreram pelo menos 582 milhões de casos de 22 tipos de
doenças de origem alimentar, além de 351 mil óbitos associados a esse tipo de
problema.
Os números indicam que a África é onde foi
identificado o maior número de casos de doenças de origem alimentar, seguido
pelo Sudeste da Ásia. Mais de 40% das pessoas atingidas por essas enfermidades,
em 2010, eram crianças menores de 5 anos.
Em nota, a diretoria geral da OMS, destacou que a
produção de alimentos sofreu um forte processo de industrialização, com
distribuição globalizada, e que tais mudanças abrem caminho para a contaminação
por bactérias, vírus, parasitas e produtos químicos.
Um problema local de segurança alimentar pode
rapidamente se tornar uma emergência de ordem internacional. A investigação de
um surto de doença de origem alimentar é muito mais complicada quando uma única
embalagem de alimento contém ingredientes de diversos países.
Ainda de acordo com a OMS, alimentos contaminados
podem provocar mais de 200 tipos de doenças, desde diarréia até o câncer.
Alguns exemplos de alimentos considerados não-seguros incluem os mal cozidos de
origem animal, frutas e vegetais contaminados por fezes e mariscos contendo
biotoxinas.
O órgão cobrou que os esforços para prevenir surtos
de doenças de origem alimentar sejam reforçados por meio de plataformas
internacionais como a oferecida pela Organização das Nações Unidas para
Agricultura e Alimentação que garante comunicação efetiva e rápida em meio a
emergências alimentares.
O público tem papel importante na promoção da
segurança alimentar, desde praticar a higiene correta dos alimentos e aprender
a tratar alimentos específicos que podem ser perigosos (como frango cru) até
ler os rótulos das embalagens ao comprar e preparar os alimentos — destacou a
OMS.
No Brasil, o Guia Alimentar para a População
Brasileira, desenvolvido pelo Ministério da Saúde, prioriza o consumo de
alimentos in natura e minimamente processados e ressalta que "alimentação
é muito mais do que o consumo de nutrientes".
Conheça as principais recomendações do guia,
resumidas por meio dos dez
passos para uma alimentação adequada e saudável:
1) Fazer
de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação.
2) Utilizar
óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar
alimentos e criar preparações culinárias.
3) Limitar
o consumo de alimentos processados.
4) Evitar
o consumo de alimentos ultra processados.
5) Comer
com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível,
com companhia.
6) Fazer
compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente
processados.
7) Desenvolver,
exercitar e partilhar habilidades culinárias.
8) Planejar
o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece.
9) Dar
preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora.

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